
Estranho ás vezes a maneira como hajo diante de alguns sentimentos e confusões que tenho.Quando estou triste,eu toco. Toco como se naquele momento eu saisse de mim,e viajasse em cada nota da música,em cada verso da composição.Quando me sinto inspirada,talvez por alguém, ou até mesmo por acordar assim,eu componho.Escrevo o que sinto no momento,transponho a complexidade daquilo que é tão estranho dentro de mim.Muitas das vezes,são composições sem melodias,outras componho já com cifras.
Mas o mais interessante,é como tenho a necessidade de me entender,de entender o que se passa,o que sinto,o que penso,o que tenho em mim,e é só meu,onde ninguém compartilha daquilo comigo...e por isso escrevo.
Um amigo me disse um trecho de uma música de Rogério Flausino,que diz:"Essa não é mais uma carta de amor, são pensamentos soltos traduzidos em palavras, pra que você possa entender o que eu também não entendo." Expressa bem o que eu quero dizer,ou pelo menos tento dizer.
Sempre me senti excêntrica,diferente da massa.Não por me achar melhor que os outros,ás vezes até bem ao contrário disso,mas pelas diversas e estranhas coisas que acontecem,pela visão que tenho de certos assuntos,pelo gostos diferenciados,pelos objetivos que almejo.E isso,muitas vezes não foi bom pra mim,muitas vezes ainda não é.É como se indiretamente,eu ou outros me excluessem de um todo.Como se eu estivesse sempre "fora do círculo",criando uma certa barreira em áreas da minha vida.
Tenho necessidade de escrever.Não escrevo,como num blog,para mostrar para os outros,ou publicar minha vida.Não para me promover,ou mostrar algo que não sou,ou mostrar demais quem sou.Escrevo porque minha alma grita.Como algo que viveu preso a vida inteira e sentisse vontade de ir ao topo mais alto pra que através do grito soassem ecos da minha dor.
Mas o mais interessante,é como tenho a necessidade de me entender,de entender o que se passa,o que sinto,o que penso,o que tenho em mim,e é só meu,onde ninguém compartilha daquilo comigo...e por isso escrevo.
Um amigo me disse um trecho de uma música de Rogério Flausino,que diz:"Essa não é mais uma carta de amor, são pensamentos soltos traduzidos em palavras, pra que você possa entender o que eu também não entendo." Expressa bem o que eu quero dizer,ou pelo menos tento dizer.
Sempre me senti excêntrica,diferente da massa.Não por me achar melhor que os outros,ás vezes até bem ao contrário disso,mas pelas diversas e estranhas coisas que acontecem,pela visão que tenho de certos assuntos,pelo gostos diferenciados,pelos objetivos que almejo.E isso,muitas vezes não foi bom pra mim,muitas vezes ainda não é.É como se indiretamente,eu ou outros me excluessem de um todo.Como se eu estivesse sempre "fora do círculo",criando uma certa barreira em áreas da minha vida.
Tenho necessidade de escrever.Não escrevo,como num blog,para mostrar para os outros,ou publicar minha vida.Não para me promover,ou mostrar algo que não sou,ou mostrar demais quem sou.Escrevo porque minha alma grita.Como algo que viveu preso a vida inteira e sentisse vontade de ir ao topo mais alto pra que através do grito soassem ecos da minha dor.

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